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Do Gênio da Dignidade
poesia [ ]
Da Luta do Grão a Despeito de Tudo Ou Ainda, Ao Meu Outro Filho

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
por [Duquinho ]

2010-05-27  |     | 







DO GENIO DA DIGNIDADE

DA LUTA DO GRÃO A DESPEITO DE TUDO
OU AINDA, AO MEU OUTRO FILHO...

Antônio Carlos Duques



Ganhos, perdas, certezas, incertezas, cortinas de fumaça,
Universos de glórias falsas vos aguardam,
Saibam todos! Verbos mágicos vos cercam!
Tambores não silenciam seus festins macabros,
Amores opressos incensam mapas enganosos,
Vozes de surdina em conluios proprietários,
Orquestram mágoas sem fim e sem começos.

Armar-se, amar-se, amar a tudo,
Dar-se inteiro, passo resoluto além da ponta dos mastros,
Olvidar por inteiro passado e futuro,
Luminárias solitários de Gênios da Dignidade,
Falange bravia em barcos sem velas,
Ondas gigantescas consomem todo heroísmo,

Haveres estão extintos, nada lhes resta,
Armaduras corroídas, não há garantias,
Verdades estão perdidas. Aí não navegam todos?
Ensinamentos falsos, povoam todos infortúnios,
Nada há que esperançar, onde há luzes?!

Dar-se inteiro mais uma vez, ousadias sem fianças,
Urge pisar duro e fundo os mais temíveis abismos,
Quedar-se alegre em juvenil mergulho insano,
Últimas palavras, como as primeiras, mera, mera linguagem,
Estandartes sonoros, raízes de troncos mortos,
Sepulturas de gargantas ancestrais. Quantas quimeras!

Dar-se inteiro mais uma vez, e sempre, e mais uma vez!
Evocar o mais fundo de si, e ainda mais fundo,

Fazer-se e refazer-se à transmutar toda apartação,
Armar-se apenas de si mesmo, negar-se a todo conflito vão,
Ramos de Arvores da Vida florescem então em teus rumos.
Incitamentos não vos movam. Determina-te!
Alçai apenas o agora. Quem alçará por ti?
Sólida é tua terra, cada passo um grão de universos sem fim!



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